Uma garota de 12 anos moradora de Barretos,interior de São Paulo,passou a ser ameaçada pelos colegas por ser evangélica e manter os cabelos compridos.Depois de tantos insultos a garota resolveu reagir aos e acabou sendo agredida por cinco estudantes na saída da escola.
“Elas disseram que não gostavam do meu jeito, do meu cabelo. A diretora já tinha me avisado que elas não gostavam do jeito que eu me arrumava. Elas ficavam me chamando de ‘zé povinho’, dizendo que eu ia perder o cabelo, essas coisas".
No momento da agressão,a mãe estava por perto e pôde tirar a filha a tempo.
A família, foi para a delegacia e prestou queixa no mesmo dia, mas no dia seguinte a outra filha do casal, uma jovem de 16 anos, foi para escola e na saída foi atacada pelos estudantes.
Dessa vez os pais estavam juntos e também foram agredidos pelos alunos e outras pessoas que aguardavam na porta da escola.Toda a família foi incluída na briga e um tio da jovem acabou sendo tão agredido que está no hospital com traumatismo craniano e muito desfigurado.
“A covardia foi demais. Na hora, eu não tinha para quem pedir socorro. Eles enfrentam os próprios coordenadores da escola. Eu vou tirar as minhas filhas da escola e não sei nem se vou continuar na cidade. Eu estou com medo”, disse a mãe.







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